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RS bate recorde de casos registrados de covid em um dia e Piratini emite Alerta

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RS bate recorde de casos registrados de covid em um dia e Piratini emite Alerta
Porto Alegre e outras 11 regiões receberam um Alerta do Gabinete de Crise do Governo do Estado a partir dos dados do andamento da pandemia no Rio Grande do Sul. Ontem, mais de 21 mil novos casos foram notificados, um recorde desde o início da pandemia. Em um cenário de transmissão descontrolada e aumento na demanda de leitos clínicos e de UTI, as regiões que receberam a nova classificação agora terão que elaborar um plano de ação para conter a disseminação do vírus. Na prática, as áreas terão de apresentar um plano de restrições de atividades ou que diminuam as aglomerações. O governador Eduardo Leite (PSDB) defendeu a conscientização da população e disse que não pretende que o Piratini adote as medidas para impô-las às cidades. Além da Capital, receberam o Alerta Santa Maria, Uruguaiana, Capão da Canoa, Novo Hamburgo, Canoas, Santa Rosa, Erechim, Passo Fundo, Pelotas, Caxias do Sul e Lajeado.  O que você precisa saber hoje Em meio à alta da ômicron, RS perde leitos de UTI – Não bastasse o alerta de recordes de casos, outra situação no horizonte preocupa a saúde pública no Rio Grande do Sul: a possibilidade de o Ministério da Saúde deixar de custear 1.057 leitos de UTI para covid no Estado a partir de 1º de fevereiro. A decisão havia sido comunicada em dezembro, antes da propagação da nova cepa. O Piratini informou ter enviado um ofício à Pasta pedindo a manutenção das vagas, porém ainda não recebeu resposta. O total sob risco de ser fechado corresponde a um terço de todos os leitos de UTI no RS hoje, 3.169. Esse número, aliás, já reduziu um pouco desde a virada do ano, pois era de 3.200. Ao mesmo tempo, a quantidade de pacientes em terapia intensiva por conta do coronavírus mais que dobrou, saltando de 149 para 311. Brincadeiras e presentes na hora da vacina – A quarta-feira foi marcada pelo início da vacinação do público infantil na Capital. Na Unidade de Saúde Santa Marta, no Centro, teve atividades lúdicas, brincadeiras e distribuição de presentes. As aplicações estão sendo feitas em crianças de dez e 11 anos com comorbidade ou deficiência permanente, e indígenas e quilombolas de cinco a 11 anos. Apesar da expectativa em torno dessa fase da campanha, o movimento não foi muito intenso nos postos pela manhã. Quem garantiu a sua dose saiu aliviado e cheio de planos, como Bernardo Araújo Cardon, 10. “Espero agora poder voltar a fazer coisas que eu ainda não podia fazer, como sair para comer e ir ao cinema, que a gente só foi uma vez e a minha mãe achou perigoso”, falou o menino a GZH. Hoje a vacinação será ampliada para crianças a partir de 7 anos com algum tipo de comorbidade ou deficiência permanente. A aplicação ocorrerá em sete locais. Conforme números da Secretaria Estadual da Saúde, a média de crianças internadas em leitos clínicos cresceu em um mês. Ontem eram 28, enquanto o recorde da pandemia no Estado é de 35. “Se alguém tinha alguma dúvida se deveria vacinar ou não crianças, os […]

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