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Todas as casas de bombas voltam a funcionar na capital

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Todas as casas de bombas voltam a funcionar na capital Rua Laudelino Freire, no Sarandi, em 14 de maio | Foto: Ana Claudia Rodrigues

Porto Alegre conta pela primeira vez em dois meses após as enchentes com todas as casas de bombas em funcionamento, ainda que algumas com operação parcial. A última a ser religada é a de número 21, no bairro Sarandi, um dos mais atingidos pela cheia. Em 3 de maio, 19 Estações de Bombeamento de Águas Pluvias (EBAPs) acabaram desligadas, o que contribuiu para a inundação da cidade. Dias depois, em um repique do Guaíba, 13 delas já estavam em operação e evitaram que a situação tivesse se agravado novamente. Ao longo da cobertura da enchente, a Matinal ainda mostrou como o conserto de uma das EBAPs, no Centro, patina desde 2018.

Animais resgatados serão levados para o antigo galpão da Smic

Os cerca de 60 cães que estavam no Aubrigo Scooby, no Shopping Iguatemi, serão transferidos para o antigo galpão da Smic, no Largo da Epatur. O anúncio foi confirmado pelo Santuário Voz Animal, que gerencia o espaço, no início da noite desta segunda. Mais cedo, a ONG havia reclamado sobre a falta de um destino para os bichos resgatados ao longo da enchente. O Iguatemi tinha cedido o espaço para o abrigo até o último domingo (30). O Voz Animal salientou que, mesmo no novo local, seguirá necessitando de apoio de voluntários.

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Um ano após ciclone, moradores de Caraá ainda aguardam novas casas

Atingidas por um ciclone extratropical em junho de 2023, 40 famílias da cidade Caraá, a cerca de 90km de Porto Alegre, seguem aguardando a construção de casas populares ou o pagamento de auxílios. Os moradores do município seguem abrigados em casas de amigos e parentes ou alugam imóveis com seus próprios recursos. Com pouco mais de 8 mil habitantes, a cidade foi a mais atingida pelo ciclone, com cinco óbitos e perdas agrícolas estimadas em 15,2 milhões de reais.

Veja a íntegra da Matinal News desta terça-feira, 2 de julho.

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