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Vacinação completa um ano no RS com bons números, mas ainda com metas a serem alcançadas

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Vacinação completa um ano no RS com bons números, mas ainda com metas a serem alcançadas
No dia em que se completa o primeiro aniversário do início da vacinação contra o coronavírus, Porto Alegre inicia a aplicação de uma quarta dose, que será destinada neste momento a imunossuprimidos acima de 18 anos, vacinados com a terceira injeção há pelo menos quatro meses. Nesses 365 dias de campanha, a Capital e o Rio Grande do Sul conseguiram chegar à maioria da população. No RS, em que os dados voltaram a ser atualizados ontem após o apagão no Ministério da Saúde, 72,9% dos residentes estão com o esquema vacinal completo, e 95,9% do público vacinável tomou ao menos uma dose. A Capital tem índices superiores, com a 96,7% dos vacináveis com a primeira dose e 93,5% deles com o ciclo completo. Em razão da ômicron, muito mais transmissível, o índice de vacinação necessário para se alcançar a imunidade de rebanho subiu. À RBS TV, especialistas estimaram que é necessário imunizar até 95% da população para frear o contágio. O chefe do serviço de infectologia do Clínicas, Eduardo Sprinz, ressaltou a importância da vacinação em crianças para alcançar este objetivo. Os pequenos entre 5 e 11 anos começam a ser imunizados amanhã em solo gaúcho. O que você precisa saber hoje Passagem na Capital pode chegar a 5,40 – Porto Alegre pode ter, nos próximos dias, a maior elevação no preço da tarifa de ônibus. Conforme apurou o jornalista Jocimar Farina (), o aumento poderá chegar a 60 centavos, puxado principalmente pelo reajuste de 10% no salário dos rodoviários e do custo do combustível, que ficou 46,8% mais caro ao longo do ano passado. Como a passagem está em 4,80 reais, ela só não chegaria a 5,40 caso a Prefeitura optasse por manter o subsídio às empresas – algo adotado em 2021, quando a tarifa técnica apresentada foi de 5,20. Com alegado motivo de baixar a passagem, os projetos enviados pela Prefeitura e aprovados pela Câmara em 2021 só devem surtir algum efeito no ano que vem. Portaria da Fepam não prevê impactos na vida animal em projetos – Uma portaria da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam) abre brecha para a construção de pontes sem que se considere a vida animal do entorno. E é por ela que deve ser viabilizada a construção de uma nova ponte entre Imbé e Tramandaí, prevista para ser feita sobre o habitat de botos em extinção – e que participam da pesca cooperativa, conforme reportagem publicada pelo Matinal na semana passada. Voltamos ao caso hoje para mostrar que a Fepam confirmou a possibilidade de a obra sair do papel sem a elaboração de um estudo mais aprofundado de impacto ambiental, que poderia durar até dois anos. Dessa maneira, a autorização sairia em questão de meses. Ainda que a regra estipule que o licenciamento ambiental de pontes no RS se dá por meio da Licença Única, modalidade que é criticada por ambientalistas, o órgão ambiental afirmou que outros elementos podem ser identificados para a determinação do EIA/RIMA. Leite e Sartori lideram intenções de voto pelo governo do RS – Uma pesquisa da RealTime BigData, publicada ontem no Correio do Povo, mostra que o atual governador do […]

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