Crônica

Erva daninha

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Erva daninha

Um período recente de inseguranças fez renascer meu já quase esquecido interesse pelo potencial alimentício das assim chamadas “ervas daninhas” (ou “matos” ou “inços”).

Refiro-me àquelas plantinhas teimosas que brotam espontaneamente em hortas, canteiros e calçadas, para enorme desgosto de quem quer que receba a ingrata tarefa de arrancá-las, pois se comportam como verdadeiras pragas: suas minúsculas sementes se misturam ao solo, podendo permanecer latentes por anos, aguardando as condições ideais para germinar, dando início a uma nova infestação. 

Sabendo tão bem (ainda que a contragosto) do crescimento rápido de tais espécies, bem como de sua pouca necessidade de cuidados, por quê, então, não pensamos em usá-las como alimento em vez de descartá-las como indesejáveis? Um pé de dente-de-leão é, certamente, muito mais fácil de cultivar do que um pé de alface.

Mas por que alguém comeria mato?!, você deve estar se perguntando.

Pois bem.

[Continua...]

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