Ensaios Fotográficos

Ó, céus de Porto Alegre…

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Ó, céus de Porto Alegre…

Desde que tive pela primeira vez uma câmera nas mãos – uma pequena Kodak instamatic que ganhei na adolescência –, fascinado pelas imagens e as oportunidades de captação, passei a registrar, incessantemente, momentos, pessoas e lugares.

Não sou um profissional da fotografia, nem possuo estudo formal nesse campo. A partir da escolha do motivo, junto à percepção da luz, o que me guia, ao clicar, é essencialmente a intuição. É o senso de enquadramento e de composição que me são sugeridos pelas informações visuais que chegam, como pontos, linhas, texturas, proporções, disposições, coloridos, tonalidades, etc.

Sobre a temática dos “céus”: numa postagem do começo deste ano, no blog que mantenho em meu site (dudusperb.com.br), escrevi: “Imagens de céus luminosos com suas expressividades, intensidades, suas infinitas variantes de formas e cores, sempre impressionam e raramente nos soam banais ou enfadonhas”. Talvez porque uma das coisas mais significativas em relação às imagens seja justamente seu poder de estimular os sentidos, ampliar entendimentos, interpretações e experiências e nos comover. 

No caso dos céus de Porto Alegre, registrá-los é quase como reinterpretar um clássico, sobretudo em se tratando do pôr-do-sol. Mas como os céus são acessíveis e receptivos aos olhares, sempre senti acolhimento e perdão se, por acaso, minhas tentativas não fizessem minimamente jus a toda sua potência de belezas. E os daqui são tão admiráveis que, se isto fosse possível, certamente seriam artigos de exportação. 



















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