nossos mortos

Respeitem nossas risadas

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Respeitem nossas risadas

O Zeca era amigo da minha família toda. Em algum domingo de 1978, chegou pra almoçar na casa dos meus pais, junto com o Mauro Soares, levados, os dois, por minha irmã Vera – os três faziam parte do Grêmio Dramático Açores, e não se desgrudaram nunca mais. Também me parece que nunca mais saíram de lá, do entorno daquela mesa recheada de delícias libanesas e italianas que meus pais generosamente nos proporcionavam, um lugar e um jeito de ser que os acolhia com carinho. As conversas que rolavam ali eram de morrer de rir, e nelas não se poupava ninguém, mas, ao mesmo tempo, eram uma demonstração do profundo afeto que sentíamos por aqueles que achávamos que mereciam nosso afeto. 

[Continua...]

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