Revista Parêntese

Parêntese #117: Quatro, duzentos, oitenta

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Parêntese #117: Quatro, duzentos, oitenta

Marielle foi assassinada há quatro anos. Foi ontem, mas faz um século que esperamos pela elucidação total desse crime hediondo. 

Maria Firmina dos Reis nasceu há duzentos anos. Dois séculos, mas seu romance Úrsula traz o frescor da atualidade.

Luiz Paulo Vasconcellos completou 80 anos, com uma história pessoal que vem do passado e ilumina o presente. 

A Parêntese 117 entra nessa conversa sem tempo e entranhada na história: a conversa sobre as responsabilidades cidadãs, que requerem consciência e paciência. Não esquecemos: a memória é nossa.

Luiz Paulo é nosso entrevistado, e Gilberto Schwartzmann o celebra num depoimento comovido. Outro veterano de valor, Juarez Fonseca, oferece um ensaio de fotos carregado de emoção e beleza, sobre a paisagem de sua infância. 

Seguimos com a segunda parte da história de Vera Mogilka, uma escritora de história obscura e valor alto, biografada por Jandiro Koch. Mais mobilizador ainda, talvez, é a história que o Carlos Scomazzon repassa, em novo episódio da série “Memórias da epilepsia”. 

O folhetim da Taiasmin Ohnmacht alcança o capítulo 4, e o pesadelo de viver numa sociedade de controle total se corporifica. Arnoldo Doberstein evoca uma figura evanescente da cidade, o carroceiro, pintado e fotografado há mais de século. 

Uma memória esclarecedora vem no coração do depoimento de Alcy Cheuiche, que conheceu e agora celebra o destino do famoso Castelo de Pedras Altas. Paulo Scott homenageia o parceiro Rafael Sica, no contexto de uma reflexão sobre compromissos da arte com o mundo contemporâneo. É da Marieta Silveira o breve mas significativo texto que lembra o quarto aniversário do assassinato de Marielle Franco. 

Ana Marson voa as tranças em Madrid, parte amena da Europa, e Nubia Silveira desabafa sobre o horror que vem sendo perpetrado na Ucrânia. 

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