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Amaro Freitas e Suzan Damasceno na programação do #EmCasaComSesc

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Amaro Freitas e Suzan Damasceno na programação do #EmCasaComSesc Amaro Freitas. Foto: Helder Tavares/Divulgação

Terça (6/4) é dia de música instrumental no Música #EmCasaComSesc, que recebe o show de Amaro Freitas. Direto de Recife, o pianista, compositor e arranjador mostra sua proposta artística de cruzar elementos da cultura popular afro-brasileira com o jazz.

O repertório é formado por releituras de temas clássicos – como Footprints (Wayne Shorter), Pannonica (Thelonious Monk) e In a Sentimental Mood (Duke Ellington) -, por obras de outros artistas – a exemplo de Lamento Sertanejo (Dominguinhos) -, além de peças autorais, como o baião Dona Eni.

Na quarta (7/4), dia do Teatro #EmCasaComSesc, a atriz Suzan Damasceno apresenta direto de São Paulo o monólogo A Obscena Senhora D, baseado na obra de Hilda Hilst (1930-2004). Concebida e dirigida por Suzan e com direção geral de Donizeti Mazonas e Rosi Campos, a montagem conta a história de Hille, apelidada pelo marido Ehud de Senhora D (D de derrelição).

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Foto: Ary Brandi/Divulgação

Aos sessenta anos de idade, ela decide viver num vão de escada, onde se entrega a uma busca incessante pelo sentido das coisas. Em seu espaço diminuto, a Senhora D revive momentos da relação com o marido, recentemente falecido, busca a compreensão do sagrado e chafurda os limites da sanidade ao confrontar-se com a velhice, o abandono, a ruína, o absurdo contido na sucessão dos dias e a própria morte. Após a exibição, acontece um bate-papo com Suzan mediado pela atriz Fernanda Gonçalves.

Na quinta (8/4), dentro da programação do Dança #EmCasaComSesc, o diretor e bailarino Ivan Bernardelli, da Cia Dual, apresenta o solo Tropeiro.

Foto: Monica Augusto/Divulgação

Baseado nas danças desenvolvidas no tropeirismo – cultura de cavaleiros que conduziam tropas de bois, cavalos e mulas pelos extensos territórios do Brasil e da bacia do Rio da Prata -, o espetáculo visita as memórias dos corpos nômades que, após longas jornadas, em suas pausas, dançavam. Propõe olhar um momento solitário de descanso em que o peão tropeiro dança, à luz do fogo, desafiando a si mesmo.

A trilha sonora do espetáculo, baseada nas melodias das modas de viola e nos acentos rítmicos do catira, foi criada pelo compositor e violeiro Domingos de Salvi. Após a exibição, acontece um bate-papo com Ivan Bernardelli e Sônia Nanci Paes e Álvaro Augusto Antunes de Assis, integrantes do Centro Nacional de Estudos do Tropeirismo.

As transmissões acontecem às 19h, no Instagram Sesc Ao Vivo e no YouTube Sesc São Paulo.

terça-feira, 06 a 08 de abril de 2021 | 19h00

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