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Túlio Mourão, Nicole Marangoni e Djalma Moura na série #EmCasaComSesc

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Túlio Mourão, Nicole Marangoni e Djalma Moura na série #EmCasaComSesc Tulio Mourão. Foto: Carol Reis/Divulgação

Terça (20/4) é dia de instrumental dentro da programação do Música #EmCasaComSesc, que nesta semana, recebe o pianista, compositor e arranjador Túlio Mourão, direto de Belo Horizonte. A apresentação Túlio Mourão – 50 Anos celebra a trajetória do artista e conta com a participação do acordeonista mineiro Célio Balona.

O show é formado por músicas autorais e por parcerias do pianista com outros artistas, por composições do grupo Clube da Esquina, além de obras de Barraco Barroco (2020), o mais recente disco de Túlio. O repertório reúne músicas como Pitágoras (Túlio Mourão), A Saga Ibérica (Túlio Mourão), Encontros e Despedidas (Milton Nascimento/Fernando Brant) e O Trem Azul (Lô Borges/Ronaldo Bastos).

Na quarta (21/4), a atriz Nicole Marangoni apresenta no Teatro #EmCasaComSesc o monólogo EU|TELMA, direto de São Paulo. O espetáculo, com concepção geral, direção, dramaturgia e atuação de Nicole, mescla depoimentos ficcionais e autobiográficos que permeiam a temática da morte. A partir de uma experiência particular (os cuidados de fim de vida de seu pai), a atriz desenvolve a narrativa ficcional de Telma, uma cuidadora de idosos que perdeu a mãe prematuramente e vive com seu pai jardineiro.

Em ambos os planos narrativos, as personagens se encontram num instante de fragilidade e vulnerabilidade, porém, sem deixar de trocar benquerença e carinho com quem está partindo. A obra busca ressignificar o conceito da morte. Após a exibição, acontece um bate-papo com Nicole Marangoni, sendo a mediação da pesquisadora Naiene Sanchez Silva.

Foto: Rafael Latorre/Divulgação

Na quinta (22/4), o Dança #EmCasaComSesc recebe Djalma Moura, artista da dança e diretor do Núcleo Ajeum, com o solo “Oxalá, bailarino”, direto de São Paulo.

O processo da obra surge em meio a tentativas de se manter consciente sobre a realidade do mundo em que vivemos, dialogando com a busca de equilíbrio entre calma e conflito. Inspirado na divindade africana Oxalá – a primeira a dançar na terra -, “Oxalá, bailarino” traz na construção de sua gestualidade o exercício da paciência, da calma e da criatividade enquanto proposição para uma solidariedade dos sentidos, que reelabora modos de ser e de estar em situações de conflito mental, físico e espiritual.

O movimento para gerar a paciência reverbera na musicalidade que, por consequência, pode gerar calma ou conflito. Ambos os sentidos dotados de bruta criatividade e flexibilidade. O que pode o bailarino alado dançar para equilibrar os sentidos? Após a exibição, acontece um bate-papo com Djalma Moura, que responde às perguntas enviadas pelo público no chat do YouTube e aborda o processo criativo do Núcleo Ajeum, que resultou no documentário “AJEUM: do preparo à partilha”.

As transmissões acontecem às 19h, no Instagram Sesc Ao Vivo e no YouTube Sesc São Paulo.

Foto: Erico Santos/Divulgação

terça-feira, 20 a 22 de abril de 2021 | 19h00

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