Artes Visuais | Notas

Acervo da Fundação Iberê é disponibilizado no Google Arts & Culture

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Acervo da Fundação Iberê é disponibilizado no Google Arts & Culture
A Fundação Iberê avança em sua parceria com o Google Arts & Culture e disponibiliza todo o seu acervo, além de matrizes para gravuras, provas de estado e centenas de obras de Iberê Camargo que encontram-se em coleções particulares e estrangeiras, totalizando mais de 5 mil itens. No Brasil, apenas o Projeto Portinari possui um volume tão expressivo de obras publicadas na plataforma. No Rio Grande do Sul, a Fundação é a única instituição que integra o projeto de alcance global. Gustavo Possamai, responsável pelo acervo da Fundação Iberê, diz que o centro cultural está em contato com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para que a gigantesca pintura do artista seja digitalizada em altíssima resolução. — O nível de detalhamento alcançado pela câmera do Google será realmente incomparável. Enquanto isso, publicamos o processo de criação do painel através de uma preciosa documentação, envolvendo mais de 90 documentos que integram o acervo da Fundação Iberê e o HWO Archive. Além das obras do acervo, disponibilizamos centenas de outras fotografadas por Iberê e D. Maria, muitas delas em paradeiro ainda desconhecido. Essas fotografias revelam certo aspecto doméstico, mas são registros importantíssimos, além de testamentos incontestáveis da dedicação com que o casal documentava a produção do artista. Manter uma base de dados para gestão de coleções é um verdadeiro desafio para as instituições. A plataforma do Google atende parte dessa demanda e torna visível a ponta do iceberg que é o trabalho com um acervo —  explica Possamai. Destaques do acervo da Fundação Iberê disponibilizado no Google Arts & Culture: O processo de criação do imponente painel de 49 metros quadrados oferecido pelo governo brasileiro em 1966 à Organização Mundial da Saúde, em Genebra, por meio de dezenas de fotografias, correspondências e estudos preparatórios, pertencentes ao acervo da Fundação e aos arquivos da OMS; Detalhes de pinturas de Iberê Camargo, digitalizadas em Gigapixel, por meio da Art Camera – uma câmera robótica desenvolvida pelo Google cria imagens em ultra-alta resolução, produzindo centenas de imagens de close-up que depois são “costuradas” por um software para gerar uma única e fantástica imagem de cada obra, revelando detalhes praticamente impossíveis de serem vistos a olho nu; Com a ajuda do Street View, os visitantes podem percorrer virtualmente as exposições “Depois do Fim”, com obras de arte contemporânea, e “NO DRAMA”, de Iberê Camargo, em cartaz em 2017, bem como conhecer ou revisitar em detalhes o prédio projetado por Álvaro Siza, a qualquer hora do dia (disponível também para óculos de Realidade Virtual); Aspectos biográficos de Iberê Camargo através de sua cronologia e dos textos produzidos pelos professores e críticos de arte Eduardo Veras e Icleia Cattani; Tapeçarias e cerâmicas praticamente inéditas de Iberê através de imagens em alta resolução no preview da exposição “O Fio de Ariadne”, que será inaugurada após a quarentena; Cronologia fartamente ilustrada de Maria Coussirat Camargo, a inseparável companheira de Iberê, com dezenas de fotografias pessoais e pinturas realizadas na época de estudante; O público pode conhecer, ainda, parte do processo criativo de Iberê através […]

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