Cinema, Notas

Documentário sobre Hector Babenco disputa vaga no Oscar

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Documentário sobre Hector Babenco disputa vaga no Oscar Foto: HB Filmes/Divulgação
A Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais acaba de anunciar o longa que vai representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria Melhor Filme Internacional no Oscar 2021. Será o documentário Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou, de Bárbara Paz. Em reunião virtual realizada nesta manhã, o filme foi selecionado pelo Comitê de Seleção, composto por profissionais do audiovisual indicados pela Academia. A entidade independente que representa os profissionais da indústria este ano foi reconhecida oficialmente pela Academy of Motion Picture, Arts and Sciences (AMPAS) como única responsável pela seleção. Presidido por Viviane Ferreira (diretora e roteirista), o comitê foi composto por André Ristum (diretor e roteirista), Clélia Bessa (produtora), Leonardo Monteiro de Barros (produtor de cinema e TV), Lula Carvalho (diretor de fotografia), Renata Maria de Almeida Magalhães (produtora) e Toni Venturi (diretor). Ao todo, foram 19 longas inscritos – a lista completa está no site da Academia. Em decorrência da pandemia do coronavirus, a 93ª edição do Oscar será realizada no dia 25 de abril de 2021 e as regras oficiais da premiação estão acessíveis no site oficial do evento. Babenco: Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou estreia dia 26 de novembro nos cinemas.  O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Babenco. O filme revela medos e ansiedades, mas também memórias, reflexões e fabulações, num confronto entre vigor intelectual e a fragilidade física que marcou sua vida.   “Depois viajar o mundo chegou hora de apresentar nosso Babenco para o Brasil. Um filme de amor ao cinema, de um homem que amou a vida acima de tudo”, comenta a diretora.  Três (ou mais) perguntas para Bárbara Paz Para o produtor associado Willem Dafoe, esse filme tem as características de Hector: “Seu pensamento, seu personagem e sua obra. Uma meditação poética, um poema de amor para ele, para a vida, para a morte e para o cinema”.   A filha de Hector e produtora Myra Babenco afirma que “é com muita alegria e emoção, que com esse filme, podemos tornar meu pai eterno e honrar o seu trabalho. Bárbara Paz compartilhou intimamente este homem visionário, autêntico e precursor que através da sua arte, do seu olhar único, expôs questões humanas e fez diferença no mundo”.   “A relação que tivemos com o Hector sempre foi importante, de muita admiração e respeito. Mas o que mais nos chamou atenção no documentário foi a qualidade e o talento da diretora Bárbara Paz. A visão dela sobre o filme, como artista e realizadora cinematográfica foi surpreendente. É um prazer e um orgulho poder participar desse filme ao lado da Bárbara, da Myra e de todos que colaboraram nesse lindo processo em homenagem ao maior cineasta que o Brasil já teve”, comenta o coprodutor Fabiano Gullane.   O filme já foi selecionado para mais de 20 festivais internacionais e estreou mundialmente no Festival de Veneza de 2019, recebendo o prêmio de Melhor Documentário na Mostra Venice Classics e o prêmio Bisato D’Oro 2019 (Prêmio Paralelo […]

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