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Érico Moura anuncia lançamento de seu terceiro disco

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Érico Moura anuncia lançamento de seu terceiro disco Foto: Raul Krebs/Divulgação

O cantor e compositor gaúcho Érico Moura lança seu terceiro álbum Tudo É Processo, no dia 10 de novembro. O novo trabalho reúne dez faixas autorais que misturam influências da MPB e do pop, trazendo ainda alguns elementos da música alternativa, do rock alemão industrial e sonoridades latinas. 

O artista fará apresentação no Teatro Bruno Kiefer, na Casa de Cultura Mario Quintana, em Porto Alegre, dia 25 de novembro, às 19h30. No espetáculo inédito Fluxos, Érico interpretará canções do novo álbum Tudo É Processo e do elogiado disco AMARÉ, de 2019. O músico subirá ao palco com seu microfone e violão, acompanhado pela bateria de Bruno Neves, o baixo e o teclado de Diego Lopes e a guitarra de Luciano Granja. Os ingressos já estão à venda na plataforma Sympla

O novo disco tem letras compostas e musicadas em diferentes momentos da carreira, o disco, como já anuncia em seu título, traz em seus versos um pouco do processo do próprio artista porto-alegrense, que divide sua carreira musical com a vida médica, de psiquiatra. Com letras que falam de amor, saudade, viver com leveza e enfrentar os sofrimentos e medos, o álbum também tem como tema os processos da vida, ao lembrar que ela pode ser feliz e triste, boa e ruim, tudo ao mesmo tempo.

A composição mais antiga é Eu sendo eu (being me), faixa escolhida para abrir o disco, que foi escrita em 1998, quando Érico ainda integrava a banda Universo Colorido. A mais recente é Basta, finalizada em março de 2020, que revela parte do processo criativo do músico ao misturar elementos do cotidiano em suas composições. A letra combina uma parte do poema O das quinas, de Fernando Pessoa, com respostas de amigos próximos à pergunta “o que lhe basta?”. O resultado são versos que falam sobre coisas importantes para a nossa existência, como o sol, a música e a poesia, e também tudo o que o músico gostaria que fosse extinguido, como o racismo e a intolerância.

A influência de outras pessoas também aparece de forma mais evidente em faixas que têm versos assinados por outros artistas e que foram musicadas por Érico. São elas Nas nuvens e Conta-gotas, que têm letra do publicitário e escritor Sérgio Furtado; e Mamãe sabia cantar, que surgiu a partir do poema Mãe em si maior, do livro Tesouro Secundário, do amigo e médico Celso Gutfriend. As outras parcerias acontecem em três faixas compostas por Érico que ganharam melodia com músicos parceiros: Vamos dar risada dos meus caprichos feita com André Luciano; Dando a volta nas estrelas, com Gian Becker; e Calma, em conjunto com Becker e Ricardo Barpp.

Completam o disco duas faixas que levam tanto a letra como a melodia de Érico: Desfilando poesia, que fala sobre estar apaixonado, recém-casado, construindo uma vida a dois; e Fluxos, considerada pelo compositor a faixa mais importante do disco, ao tratar a ambivalência humana e falar com positividade sobre criar alternativas para seguir vivendo.

Completam o time de gravação cinco destacados instrumentistas: Bruno Neves na bateria, Diego Lopes no baixo, violão, teclado, piano e percussão, Luciano Granja nas guitarras e violão de 12 cordas, Felipe Magrinelli no lap steel, loop de guitarra, teclado e sintetizador e Diego Faskner Silveira fazendo intervenções com infra-instrumentos, como balões de aniversário, chuveiro e outros elementos inusitados.

Faço o pré-save de Tudo É Processo aqui.

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