Artes Visuais | Notas

Exposição marca mês da visibilidade trans na Galeria Ecarta

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Exposição marca mês da visibilidade trans na Galeria Ecarta Marina Reidel. Foto: Lúcio Távora

A mostra Corporeidade Trans: Fragmentos Cotidianos é uma das exposições em cartaz na Fundação Ecarta, com obras da artista, professora, pesquisadora e ativista Marina Reidel. Por meio de uma série de objetos, oratórios e capelas, com técnica mista, a artista apresenta uma forma de Via Crucis contemporânea, onde expressa diferentes tipos de agressões sofridas por esses corpos em fronteira.

O Brasil é o país que mais mata a população trans no mundo ao mesmo tempo em que lidera acessos à pornografia trans nos sites, pontua Reidel no texto curatorial. Como mulher transexual, ativista social e arte-educadora, a artista desenvolve trabalhos em diversas linguagens das artes visuais direcionadas aos temas de direitos humanos e direitos LGBTQIA+. 

“Esta performance corporal remete ao processo cultural de violência cotidiana que se reproduz nos espaços da sociedade todo o tempo”, completa. Na exposição, ela convida a vivenciar e perceber cenas do cotidiano de pessoas trans, narrativas de vidas e  corpos que na maioria das vezes são negados e violentados socialmente.

A mostra pode ser visitada até 28 de janeiro, de terça a domingo, das 10h às 18h, na Ecarta. A atividade soma-se ao calendário do mês dedicado à visibilidade trans.

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