Cultura, Notas

Laya Lopes é a nova entrevistada da coluna Um Certo Alguém

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Laya Lopes é a nova entrevistada da coluna Um Certo Alguém Foto: Jorge Bispo/Divulgação

Nesta quinta-feira (22/7) entra no ar a nova edição de Um Certo Alguém, no site do Itaú Cultural, dessa vez com a entrevista de Laya Lopes. Há mais de 10 anos, ela escolheu São Paulo como sua casa, mas em momentos importantes volta para as origens, como quando lançou o seu primeiro álbum solo, no Dragão do Mar, em Fortaleza, em 2017, no qual mistura as raízes nordestinas ao rock e a MPB.

Além da carreira solo, em Jardim das Horas, banda fundada em 2003, e que hoje conta com Carlos Eduardo Gadelha, na guitarra e programação, e Raphael Haluli, no baixo, ela assina os vocais. Filha de músicos, Laya, esteve desde pequena em ambientes criativos e conta que, hoje, a sua maior saudade ainda está por se desenhar. “Agora parece que tenho só pequenas saudades. De coisas simples, criar em grupo, vozes em harmonia, corpos e instrumentos se afinando, aprendendo a se escutar e dançar juntos”.

Nas entrevistas publicadas em Um Certo Alguém, são feitas quatro perguntas aos entrevistados: qual é a história de sua maior saudade? o que o emociona no dia a dia? como você se imagina no amanhã? e quem é? Elas abordam passado, presente e futuro, de forma a aproximar, a cada nova edição da série, público e personalidades do universo da arte e da cultura.

O que a emociona no dia a dia, são pequenos e sutis detalhes como ouvir uma coruja que, segundo conta, a visita às vezes aqui na cidade. “Ela foi o primeiro ser a me cumprimentar no meu aniversário em 2020, quando eu estava só em casa”, diz. No amanhã, Laya se imagina assim: “Com o olho mais vivo, o coração imensidão e a saúde ganha pelas escolhas. Com consciência e capacidade de realizar a bondade, o respeito e a verdade. Imagino amigos por perto e por dentro, amores”. 

Por fim, ao falar sobre si mesma recorre a Caetano Veloso em uma resposta dada por ele em uma entrevista na televisão. “Ele pega no cabelo e sorri dizendo: ‘sou eu. Corpo, mente, coração, olhos, boca, ouvidos, pele, útero’. Mulher brasileira, estudante dos mistérios de cada instante, ato, palavra, canto ressoando por todo espaço que ando, voo, sonho, existo logo danço.”

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