Reportagem

Diante da cheia do Guaíba, Sedac realizou força-tarefa para proteger acervos de espaços culturais

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Diante da cheia do Guaíba, Sedac realizou força-tarefa para proteger acervos de espaços culturais Guaíba atingiu a maior elevação desde a enchente de 1941 nesta sexta | Foto: Gregório Mascarenhas/Matinal

A elevação histórica do nível do Guaíba colocou a Secretaria de Estado da Cultura (Sedac) em alerta para a preservação do patrimônio cultural do estado localizado em uma das regiões mais atingida pela enchente, o Centro Histórico. A pasta informou à Matinal ter trabalhado até a tarde desta sexta-feira (3/5) adotando medidas para proteger acervos de quatro espaços sob sua gestão: Casa de Cultura Mario Quintana, Memorial do Rio Grande do Sul, Museu da Comunicação Hipólito José da Costa e Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS).

No MARGS, informa a Sedac, antes da cheia do Guaíba alcançar a Praça da Alfândega, equipes movimentaram obras para andares superiores do museu e vedaram aberturas do prédio e da reserva técnica. “Como o museu está apresentando uma grande exposição de acervo por ocasião dos seus 70 anos, muitas obras – incluindo aquelas que figuram entre as mais importantes – estão expostas nos andares superiores do prédio”, informou a secretaria.

Foto: Giulian Serafim/PMPA

Questionada sobre se os prédios foram invadidos pela água, a secretaria informou, até o fechamento desta matéria, que não tinha como confirmar a informação, já que os edifícios foram evacuados com a perspectiva de proximidade das águas.

Vizinho de praça do MARGS e do Memorial do RS, o Farol Santander transferiu itens de andares inferiores do espaço cultural para uma parte mais alta do edifício e a rede elétrica foi preventivamente desligada.

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