Editorial | Revista Parêntese

Parêntese #182: Morte e vida

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Parêntese #182: Morte e vida Rio de Janeiro (RJ) - Peça Roda Viva na Cidade das Artes, RJ, em 2019. Foto: Akemi Nitahara/Agência Brasil
Tem lá sua carga de ironia histórica a forma da morte do enorme artista Zé Celso Martinez Correa, que entrou para a história ainda em vida. Ele morreu por ter tido grande parte de seu corpo queimado, por causa de um aquecedor elétrico aceso numa noite fria de São Paulo. Um tropicalista morto pelo fogo, em noite gelada. Em 2018, sua montagem do Rei da vela, de Oswald de Andrade, esteve no teatro do SESI. Era (e não era) a mesma peça que fez Caetano Veloso enxergar “um movimento acontecendo no Brasil”, “um movimento que transcendia o âmbito da música popular”, como lembra em seu Verdade tropical. Corria o ano de 1967 quando se deu essa pororoca. Quatro décadas e meia atrás, e tudo isso ainda é muito vivo e pedindo passagem. Por outro lado, Jandiro Koch lança novo livro de fina pesquisa histórica – O gaúcho era gay? Mas bah! ­–, pela estreante editora Estúdio Mar Edições. Ao lado de Laura Peixoto, com o seu romance biográfico Malvina (comentado esses dias aqui), pela Libélula Editorial, estará no Sarau Elétrico de terça que vem, às 20h30, no bar Ocidente. Por aqui, depois da notável estreia de nossa edição temática mensal, semana passada, vamos com a segunda parte da entrevista de Hélgio Trindade. Vai também o capítulo 8 do folhetim de Paulo Damin, quando o arroio Jacareí entra em cena. Nova parte do perfil biográfico de Victoria Ocampo, agora vista em sua faceta de tradutora, no desenho feito por Karina Lucena. Arnoldo Doberstein lembra – criticamente, como costuma fazer – a criação do 35 CTG. E José Falero faz perguntas urgentes.

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