Cinema, Notas

Cine Esquema Novo divulga vencedores de sua 14ª edição

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Cine Esquema Novo divulga vencedores de sua 14ª edição "Os últimos Românticos", um dos vendedores do Grande Prêmio Cine Esquema Novo em 2021. Foto: Barbara Hostin/Divulgação

Nesta quarta (14/4), o 14º Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira divulgou os ganhadores da Mostra Competitiva Brasil.

O júri, composto pela curadora e crítica de arte Fernanda Brenner, a documentarista, curadora e jornalista Flavia Guerra, a cineasta, curadora e produtora Graciela Guarani e a multiartista Linn da Quebrada, elegeu Os Últimos Românticos do Mundo, de Henrique Arruda, e Célio’s Circle, de Diego Lisboa, como os vendedores do Grande Prêmio Cine Esquema Novo em 2021.

As obras recebem o troféu assinado pelo artista Luiz Roque, além de R$ 10.000 em locação de equipamentos de luz e maquinária da Locall RS e R$ 10.000 em utilização dos serviços de infraestrutura de produção e pós-produção do TECNA, centro de Produção Audiovisual, um empreendimento do ecossistema do TECNOPUC. O prêmio será dividido entre os dois vencedores.

“Célio’s Circle”. Foto: CEN/Divulgação

A juradas também concederam para Entre Nós e o Mundo, de Fabio Rodrigo, o prêmio em empréstimo de equipamentos (Black Magic Ursa e acessórios) por duas semanas ou serviço de mixagem de 20h, do CTAV – Centro Técnico Audiovisual.

As 31 obras selecionadas pelos curadores Jaqueline Beltrame, Dirnei Prates, Gustavo Spolidoro e Vinicius Lopes para a Mostra Competitiva Brasil foram avaliadas pelas juradas, que tiveram a missão de eleger o Grande Prêmio do 14º Cine Esquema Novo e mais cinco destaques, todos eles acompanhados de uma justificativa que explicita as razões da escolha. As produções selecionadas foram Atordoado, Eu Permaneço Atento, de Henrique Amud & Lucas H. Rossi dos Santos, Caminhos Encobertos, de Beatriz Macruz e Maria Clara Guiral, Entre Nós e o Mundo, de Fabio Rodrigo, Perifericu, de Nay Mendl, Rosa Caldeira, Stheffany Fernanda e Vita Pereira e Ser Feliz no Vão, de Lucas H. Rossi dos Santos.

Este ano, por conta do formato online, a organização do festival criou uma novidade para a Mostra Competitiva Brasil: o Caderno de Artista. A novidade apresentou, no site do festival, diversos conteúdos construídos em parceria com cada um dos selecionados, disponíveis em um ambiente digital criado para cada participante. Além disso, cada realizador foi instigado a trazer outra obra audiovisual que entre em diálogo com seu trabalho para esse espaço virtual. 

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Além da Mostra Competitiva Brasil, o CEN realizou a segunda edição da Mostra Outros Esquemas, que contou com 12 obras, e a Mostra Artista Convidado Welket Bungué, que reuniu seis filmes do artista transdisclipinar de Guiné Bissau cujo nome é título da mostra. Todos os filmes estão disponíveis no site do festival gratuitamente e on-demand. 

O festival também promoveu projeções urbanas em três pontos de Porto Alegre; quatro oficinas, uma em parceria com o projeto Câmera Causa e três em parceria com o Macumba LAB; a segunda edição do Seminário Pensar a Imagem, com produção e curadoria de Gabriela Almeida e que segue até esta quinta, 15 de abril, através do YouTube do evento, gratuitamente e com intérprete de LIBRAS; e debates com os realizadores da Mostra Competitiva. O público também pode conferir entrevistas pelo Instagram do Cine Esquema Novo através das lives Abrindo Cadernos, nas quais os realizadores da Mostra Outros Esquemas falam sobre seus processos de criação em entrevista com a jornalista Bruna Paulin, e o Shot Esquema Novo, um momento de descontração com a equipe do festival e diversos convidados. As duas atividades ocorrem até esta quinta-feira.

Devido ao sucesso desta edição, a organização disponibilizará por mais três dias a possibilidade de o público assistir às obras deste ano, que ficarão no site até as 23h59 deste domingo (18/4).

“Diferente das edições fisicamente presenciais, e por conta do grande volume de conteúdos disponíveis através dos Cadernos de Artista, recebemos muitos pedidos do público que gostariam de mais tempo para apreciar as obras. Assim surgiu a ideia do Chorinho do CEN, revela Jaqueline, que também é uma das fundadoras do festival, curadora das três mostras e coordenadora de produção do evento.

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