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Classe artística realiza novos protestos contra terceirizações

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Classe artística realiza novos protestos contra terceirizações Redação Matinal Movimentos que defendem a manutenção da gestão pública na cultura  ocuparam, no dia 5 de março, a Tribuna Popular da Câmara de Vereadores e organizaram um ato em frente ao Centro Municipal de Cultura, onde fica o Atelier Livre. A mobilização é uma resposta ao plano da atual administração municipal da Capital de passar para terceiros a gestão de instituições culturais. Falando em nome da Associação de Amigos do Capitólio, o vice-presidente Jaime Rodrigues condenou a decisão da prefeitura, que não colocou o tema em debate e está levando adiante um projeto polêmico no último ano do atual mandato: “Desde 1995 reuníamos a sociedade com profissionais da área para a construção de diretrizes e ideais com o apoio da prefeitura. O que está acontecendo agora é obscuro e não transparente”. Já a presidente da Associação Riograndense de Artes Plásticas, Lisiane Rabelo Machado, questionou a terceirização da Pinacoteca Ruben Berta sob o argumento de que “apesar do investimento também cada vez menor, continua funcionando bem”. Também manifestou preocupação com a “desvirtuação” do caráter histórico do Atelier LIvre Xico Stockinger, que, em sua visão, poderia virar um espaço para “cursinhos práticos temporários”. No protesto que se seguiu aos discursos na Câmara Municipal, na frente do Atelier, professores, alunos e ex-alunos recordaram a importância da instituição pública em suas vidas, conforme registrou em seu perfil no Facebook a jornalista e artista plástica Silvia Franz Marcuzzo. Em fevereiro, a prefeitura divulgou edital para contratar uma organização da sociedade civil que gerencie a Pinacoteca Ruben Berta e o Atelier Livre Xico Stockinger. Em março, a previsão é que seja lançado edital para terceirizar também a gestão da Cinemateca Capitólio. A expectativa da gestão de Nelson Marchezan Jr. é abrir ainda outros editais, porém, como o Matinal revelou, a primeira experiência deste tipo, de um centro cultural no bairro Restinga, fracassou após ser detectada uma irregularidade.

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