Cartas

Novo ciclo

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Novo ciclo

Gosto dessa simbologia de troca de ano, de reinício, eu acredito em ciclos. Todo ciclo chega ao fim – algumas vezes infelizmente, noutras, ainda bem. Estou sim com esperança de que tudo de ruim vai passar, especialmente os dois vírus mais letais que se espalharam pelo nosso país, o corona e o Jair. Com o primeiro, vamos ter que aprender o convívio, mas, com certeza, vacinados e de modo mais brando. Com o segundo, esperemos que pra nunca mais. Pode evaporar. Então, pra 2021, desejo o mesmo que vocês, só que um pouco mais. Desejo dez vezes mais saúde, e muito, muito mais amor ao próximo, um tanto que não sei nem contar. Estamos precisando.

Gostaria de agradecer, como integrante da Parêntese, a todos os leitores e amigos, e também gostaria de, colocando-me no meu lugar, dizer o quanto sou grata ao profe Fischer pelo espaço pras minhas crônicas, o que significa que desejo um 2021 firme e forte pra tudo isso, eu, amigos, escritores, Parêntese, profe Fischer e equipe, leitores, meus e teus familiares – os teus eu não sei, mas os meus familiares me leem.

Na parte que diz respeito diretamente à minha atuação como escritora, considerando que faço algo caracterizado como “humor”, desejo realmente que no próximo ano me seja mais fácil elaborar meus textos, que seja um ano leve, que a gente tenha o direito de rir, com vontade, com a barriga, não precisa ser dos meus textos não, mas se for, ótimo.  

Feliz ano novo.


Ana Marson – Nasceu em 1978, em Porto Alegre, É mestre em literatura brasileira pela UFRGS, viveu em São Paulo de 2008 a 2016 e atualmente mora em Florianópolis. Trabalha como revisora de textos e designer instrucional. Publicou A cobra da laranjeira – crônicas muito azedas, crônicas, 2017, pela Consultor Editorial.

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