Reportagem

Cem, cento e um…

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Cem, cento e um…

Como combinado na matéria da edição anterior, este texto segue com o levantamento dos conteúdos publicados depois de cem edições da Parêntese. Antes disso vale ressaltar que, quando a listagem de entrevistas foi elaborada, uma conversa com o editor Luís Augusto Fischer se deu mais ou menos assim:

– Tá bonito o conjunto dessas entrevistas, dá um orgulho!

– Sim!

– Bá, vamos fazer os ensaios de fotos também?

– Claro, vamos!

Pois cá estão eles. Mais um dos motivos que nos faz celebrar o percurso caminhado até aqui. Pelas contas e pela listagem a seguir, foram 96 semanas com participações de gente que coloca a lente da câmera ou do celular (que também seria câmera?) pra funcionar. As fotos, além de ficarem todas registradas nesta seção, na maioria das vezes estamparam a capa da homepage da Parêntese. A estreia da revista nasceu com a colaboração de Lizete Dias de Oliveira, ela que organizou um ensaio chamado “Os do cielo abajo”, feito no México. Vale destacar que alguns colaboradores participaram em mais de uma edição. 

Link a link e em ordem alfabética, você confere o que saiu até a Parêntese número 100:

Se é bonito de ver tanta foto, outras categorias merecem ser mencionadas. A reportagem, por exemplo, tem um bom número de histórias para serem consultadas no link da seção. Vale apontar a participação de relevo da equipe da Fronteira, parceria sempre importante no percurso do Grupo Matinal Jornalismo.

Nos textos em geral os nome que contribuíram com um certa frequência foram: Ana Marson, Carlos Gerbase, Cláudia Tajes, Cristiano Fretta, Demétrio Xavier, Euclides Bitelo, Fábio Pinto, Graça Craidy, Guto Leite, Jandiro Koch, Juarez Fonseca, Juliana Wolkmer, Karina Lucena, Laura Peixoto, Leonardo Antunes, Lizete Dias de Oliveira, Luiz Mauricio Azevedo, Marta Orofino, Miguel da Costa Franco, Nathallia Protásio, Neila Araújo Prestes, Ondina Fachel Leal, Paulo Coimbra Guedes, Roberto Jardim, Rodrigo Mendes (que muito também ajudou nas entrevistas), Sergio Faraco, Sérgio Karam, Théo Amon, Víctor Lemus, Zara Gerhardt. Mas tem bem mais gente na lista. Então dá para passear pelos diferentes espaços do site descobrindo as crônicas e os ensaios da turma citada e de outros tantos participantes.  

Além da condução do Luís Augusto Fischer a cada edição, tivemos outras figuras presentes no trabalho semanal. Aqui o time da casa teve a participação da Marcela Donini, do Filipe Speck, do José Falero, da Lolita Beretta e deste que aqui escreve. Entra para a lista também a Nathallia Protazio (ela mais uma vez), que a partir de agora deve compartilhar suas ideias na elaboração dos conteúdos da revista.

Um outro conjunto de produções teve espaço e aconteceu de forma temporária, mas não menos gratificante. Vimos em Meu retrato de… alguns nomes de figuras importantes; no Retrato escrito acompanhamos a cidade de Porto Alegre na literatura; a seção Relampo reuniu ideias curtas, tiradas interessantes e curiosidades. Também tivemos a Galeria breve em um espaço virtual para destacar obras de arte e relatos sobre os artistas. 

Num ano de muitas mortes, a seção Nossos mortos reuniu nomes de pessoas que se foram. Um espaço em que contamos com a palavra generosa e a homenagem daqueles que choraram tantas tristes perdas.

Vale mencionar ainda as Resenhas constantes, que recomendaram e comentaram o que se produziu no nosso entorno.

Para finalizar podemos dizer que a Parêntese aconteceu também nos formatos PDF, e-book e kindle. Atualmente essas edições se dão uma vez por mês com temas especialmente escolhidos. Porto Negro, a edição 78, aconteceu em julho. Depois vieram Cidade (edição 83), No lugar do outro (edição 87), Democracia (edição 93). Em novembro se repete a edição especial na número 102. É semana que vem. 

E eu pergunto:

– É isso, meus caros leitores e leitoras?

E também respondo:

– As reticências do título deste texto respondem que não.

Seguimos.


Ângelo Chemello Pereira estuda literatura e participa na revista Parêntese.

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